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A semana termina com soldagem, simulações lunares e preparativos para uma missão de carga

Chicago, Illinois (bottom center), appears prominently in this nighttime view of the United States—dotted with city lights including Detroit, Michigan; Cincinnati, Ohio; and New York City--taken at approximately 3:38 a.m. local time from the International Space Station as it orbited 259 miles above Earth.
Chicago, Illinois (na parte inferior central), aparece em destaque nesta vista noturna dos Estados Unidos — pontilhada pelas luzes de cidades como Detroit, Michigan; Cincinnati, Ohio; e New York City — registrada da Estação Espacial Internacional enquanto ela orbitava 259 milhas acima da Terra. NASA/Jessica Meir

A Expedition 75 encerrou sua semana concluindo um experimento de soldagem sem chumbo, simulando um pouso lunar e fazendo exercícios para pesquisa, entre outras atividades científicas avançadas. Os residentes da Estação Espacial Internacional também estão se preparando para a chegada de uma missão de carga e continuando as tarefas de manutenção.

O engenheiro de voo da NASA Anil Menon realizou a última etapa da investigação MIYOKA, que utiliza uma técnica de soldagem sem chumbo para demonstrar a fabricação e o reparo seguros de componentes eletrônicos em microgravidade. Ele trabalhou no módulo Harmony para soldar componentes em uma placa de circuito que será devolvida à Terra e comparada a amostras idênticas soldadas em solo. Depois, o engenheiro de voo da NASA Jack Hathaway guardou o ferro de solda já resfriado, a placa de circuito concluída e as ferramentas do experimento em contêineres de armazenamento. Em seguida, limpou a área de manutenção do Harmony, devolvendo-a à sua configuração normal.

Menon e Hathway também se reuniram na cúpula e limparam cuidadosamente suas sete janelas. A dupla usou técnicas de limpeza suaves e materiais especializados para evitar arranhões nas janelas. Depois, vedou com fita os espaços entre os painéis para impedir o acúmulo de poeira.

A comandante da estação, Jessica Meir, começou o dia na cúpula para uma simulação de pouso lunar. Usando controles manuais, um computador portátil e sinais de áudio, Meir praticou uma descida lunar enquanto ajustava a velocidade e controlava a orientação. O estudo Manual Piloting pode ajudar os pesquisadores a entender como a microgravidade pode afetar a função cognitiva, potencialmente levando à desorientação durante a operação de uma nave espacial. Ao fim de seu turno, ela trabalhou com Menon em inspeções ultrassônicas dentro do módulo Zarya.

A engenheira de voo Sophie Adenot, da ESA (Agência Espacial Europeia), começou seu turno fazendo exercícios no novo European Enhanced Exploration Exercise Device (E4D). O software de controle do E4D registrou seu desempenho, ajudando os pesquisadores a avaliar sua eficácia para uso em futuras missões de longa duração. Mais tarde, ela baixou para um tablet os dados biomédicos coletados por seu relógio inteligente e conversou com médicos em solo sobre o experimento RelaxPro, que busca reduzir o estresse da tripulação e melhorar a qualidade do sono.

O engenheiro de voo Andrey Fedyaev trabalhou durante toda a sexta-feira no segmento da Roscosmos do posto orbital, inspecionando e limpando computadores portáteis, unidades de fornecimento de energia e sistemas de ventilação.

Uma nave espacial de carga Progress 96, da Roscosmos, está orbitando a Terra em direção à Estação Espacial Internacional para um acoplamento no sábado. Os engenheiros de voo Pyotr Dubrov e Anna Kikina ficarão de plantão, monitorando a Progress durante seu encontro orbital e acoplamento automatizados ao módulo Poisk, programados para as 9h46 EDT. Após cerca de duas horas de verificações de vazamento e pressão, Dubrov e Kikina abrirão a escotilha da nave espacial para começar a desembalar quase três toneladas de alimentos, combustível e suprimentos. A transmissão ao vivo começa às 9h na NASA+ e em várias outras plataformas. Saiba onde assistir online: